Iemanjá (também grafada como Yemanjá, Yemoja ou Janaína) é uma das orixás mais conhecidas e veneradas no Brasil, sendo a senhora dos mares, da maternidade e da fertilidade. Sua figura está associada ao acolhimento, à proteção das famílias e à força das águas.
Oxóssi é um dos orixás mais venerados na Umbanda e no Candomblé, conhecido como o grande caçador, protetor das florestas e senhor da fartura. Representa a busca pelo conhecimento, a sobrevivência e a conexão com a natureza.
Oxalá é o orixá mais elevado nas religiões afro-brasileiras, associado à criação do mundo e dos seres humanos. Ele é o pai de muitos orixás, como Xangô, Iemanjá e Oxóssi.
Oxum (ou Oshun) é a orixá do amor, da fertilidade, da riqueza e das águas doces. Ela é a divindade que rege os rios, as cachoeiras e tudo o que flui com doçura e beleza. Conhecida por sua vaidade, sensualidade e poder de cura, Oxum é uma das orixás mais amadas e cultuadas no Brasil.
Xangô (ou Sàngó) é um dos orixás mais poderosos e respeitados nas religiões afro-brasileiras. Conhecido como o senhor da justiça, do trovão e do fogo, ele é um orixá que representa autoridade, força e equilíbrio. Sua figura está associada à lei, à retidão e ao poder de transformação.
Ogum é um dos orixás mais venerados nas religiões afro-brasileiras, conhecido como o senhor do ferro, da guerra e da tecnologia. Ele representa a coragem, a determinação e o progresso, sendo o patrono dos trabalhadores, soldados e todos que lutam por seus objetivos.
Iansã (também chamada Oyá) é uma das orixás mais poderosas e fascinantes, conhecida como a senhora dos ventos, tempestades e transformações. Ela rege os fenômenos atmosféricos, a mudança e a força vital. Sua energia é associada à coragem, paixão e renovação.
Omulú (também chamado Obaluaiê, Xapanã ou Abaluaiê) é o orixá da cura, das doenças e da transformação. Ele representa o ciclo da vida e da morte, sendo o senhor da terra e das passagens. Sua energia está ligada à renovação, proteção e justiça divina.
Nanã Buruquê (ou simplesmente Nanã) é um dos orixás mais antigos e sábios, considerada a mãe primordial, senhora dos pântanos, da morte e do renascimento. Ela representa a sabedoria ancestral, a paciência e a transformação.